Site responsivo: 4 razões para investir em um

Entenda o que é um website responsivo e conheça 4 motivos para aplicar essa tecnologia ao seu site.
O que é NCM de produtos?

Você já se deparou com erro por causa de falta do NCM ou NCM informado errado na NF-e? Saiba como classificar corretamente seus produtos e evitar esse erro!
CFOP e natureza da operação, são a mesma coisa?

Em nossos dias de emissões de notas fiscais se torna automático as informações usadas para preenchê-las, algumas informações sabemos de onde vem, o que fazem, mas algumas outras não sabemos, simplesmente as colocamos nos campos específicos porque fomos ensinados a fazer assim. O assunto tratado nesse artigo fala sobre CFOP e Natureza da operação, muitos acham que é a mesma coisa, mas não é bem assim, Você sabe qual é a diferença? O que é um CFOP? O CFOP nada mais é do que o Código Fiscal de Operações e Prestações de entradas e saídas de mercadorias sendo elas intermunicipais e interestaduais. É um código numérico que identifica a circulação da mercadoria ou a prestação de serviço de transporte, por isso, é por meio da tabela CFOP que será definida se a operação fiscal terá que recolher impostos ou não. O que significa cada digito do CFOP? Nas entradas o código do CFOP é composto por quatro dígitos cujo primeiro número identifica o tipo de operação, iniciados com: 1 = Entradas de mercadoria de dentro do próprio estado, 2 = Entradas de mercadorias de fora do estado e 3 = Entrada de mercadorias vindas do Exterior. Da mesma forma que nos CFOPs de entradas, os de saídas também são compostos por quatro dígitos sendo iniciados com: 5 = saídas de mercadorias para dentro do estado, 6 = saídas de mercadorias para fora do estado e 7 = Saídas de mercadorias para o Exterior. E os outros Dígitos o que são? Bom, existem muitos códigos de CFOP, mais de 500 para ser preciso, então iremos disponibilizar a lista completa com todos os códigos da tabela CFOP que pode ser consultada diretamente no site da SEFAZ ES, Ministério da Fazenda, que é estabelecido pelo Convênio S/Nº de 1970. Bom, eu já sei o que é o CFOP, então, o que é a Natureza da Operação? A natureza da operação nada mais é do que a descrição do que será feito com a mercadoria da nota fiscal, eu posso usar mais de uma natureza de operação para um CFOP da mesma forma que posso mudar algumas descrições sem que altere muito no entendimento do mesmo, podemos usar como exemplo o CFOP de vendas de mercadorias adquirido de terceiros que é o 5102 e colocar natureza de operação venda de mercadoria, o que jamais pode ser feito e usar por exemplo um CFOP de devolução com natureza da operação de vendas, CFOP e Natureza da operação são um conjunto que tem que estar em sincronismo. Sabendo disso podemos ficar mais tranquilos quando procuramos na internet ou quando vemos uma natureza de operação diferente da que usamos em nossa empresa para o mesmo CFOP.
O que é um software ERP?

Um software ERP, do inglês Enterprise Resource Planning, pode ser traduzido para o português como Planejamento de Recursos da Empresa, também pode ser compreendido como um Sistema Integrado de Gerenciamento. O software ERP (um programa instalado no computador da empresa) é uma ferramenta disseminada e usada internacionalmente que tem como função a integração e organização de todos os dados advindos de diferentes processos operacionais. Como funciona na empresa? Nele, por exemplo, é possível integrar os dados vindos do departamento de recrutamento e seleção, do setor de finanças, de compras e etc. Ele permite a visão sistêmica da empresa, isto é, a visão completa que resulta da união de todas as partes, assim como permite a visão sob a perspectiva de cada uma dessas partes. Você terá acesso fácil aos dados vindos do setor de compras e poderá cruzá-los sem nenhum esforço com as informações do pessoal de vendas. Tudo estará integrado; isso permite a visão clara de como as coisas estão fluindo no ambiente de negócios, o que acelera o diagnóstico de problemas e a respectiva tomada de decisão. Como surgiu o conceito de software ERP? Em meados de 1970 a tecnologia dos computadores empresariais estava a galgar seus primeiros passos para acompanhar as necessidades cada vez maiores das empresas. Devido à este fato, surgiu o embrião do software ERP, por assim dizer; o MRP (Planejamento dos Recursos de Manufatura). Inicialmente, eles cuidavam da integração dos setores de compra e vendas com o produtivo, a fim de acelerar os processos e garantir maior controle e previsibilidade. O sistema foi sofrendo evolução durante vários anos, até que em 1990 nasce o software ERP, que entra no mercado com força total. O ERP trouxe maior integração entre os setores da empresa, além de colaborar para a administração geral das organizações. Como dito, o ERP permite uma visão sistêmica do negócio, é mais completo e competitivo que seus antecessores. E desde então, os softwares ERP reinam! Sabe qual a razão? Vantagens do sistema ERP Quer saber todas as vantagens que um software ERP proporciona? Elas são inúmeras, e vão desde o controle logístico ao fornecimento de informações valiosas para a administração. Conheça todas as vantagens: O software ERP permite a visão de cada parte da empresa, assim como a do todo Cada setor será dividido em um módulo, como por exemplo: Departamento de produção; Departamento Financeiro; Departamento de compras; Departamento de vendas; Departamento de Serviços; Recursos Humanos; Etc. E a lista pode ser mais ou menos extensa, tudo conforme o fluxograma da organização. E não para por aí, é possível adaptar ainda mais o software ERP com as necessidades da empresa. Com ele você poderá identificar setores menos e mais produtivos, conforme os seus critérios de avaliação. Confira outros aspectos do sistema ERP: Dados confiáveis que geram segurança O software ERP oferece a confiabilidade dos dados, o que previne esquecimentos e falhas humanas, que verdade seja dita, são passíveis de ocorrerem a qualquer um. Ao ser inserido no sistema, o dado não corre risco de ser adulterado ou perdido, como normalmente pode ocorrem em outras formas de gestão. Basta atualizar ou inserir novos dados e eles estarão disponíveis para os administradores e setores responsáveis. Informações importantes como sobre o pagamento de contas, impostos e semelhantes oferecem praticidade e evita erros (que podem custar caro!). Acelera a tomada de decisão Imagine que a sua empresa precisa de um fornecedor novo para determinada matéria-prima. Você provavelmente vai procurar numa lista de anotações ou documento no computador. Mas e se a lista foi perdida e o documento apagado? Sem dizer no tempo a ser gasto no caso de ter que buscar mecanicamente por essa informação. No software ERP você já pode ter inserido todos os fornecedores atuais e também acrescentar outros como possíveis substitutos. Mas não para por aí, os balanços financeiros ao serem integrados proporcionarão a visão de como o negócio anda fluindo, se existe algum gargalo na produção, no setor de compras ou de vendas. Ao ter essa informação disponibilizada de forma tão rápida, a tomada de decisão pode ser proporcionalmente veloz, resolvendo o problema antes que ele possa acarretar em prejuízos financeiros para a empresa. Proporciona economia de recursos, inclusive financeiros O controle e mapeamento dos recursos da empresa se torna extremamente mais fácil do que ter de manter funcionários exclusivos para fazer isso. O software ERP não comete erros, não se esquece de datas, números, e tampouco tem custos tão altos quanto manter vários funcionários para cuidar de tarefas que um software pode gerir com eficiência. E essas vantagens valem tanto para pequenas quanto grandes empresas, pois o software ERP irá proporcionar o melhor gerenciamento da empresa. Imagine o quanto não é possível economizar ao ter um software fazendo o trabalho que apenas novos funcionários dariam conta? Sem mencionar os benefícios que o sistema ERP oferece no controle do fluxo de caixa, um aspecto essencial para o bom funcionamento de uma empresa, seja ela pequena ou grande. Para que o software ERP desempenhe o seu máximo potencial, são precisos alguns requisitos O software não julga, não raciocina, por mais que ironicamente pareça mais inteligente do que nós, humanos. Todos os funcionários da empresa precisam colaborar para que o software desempenhe a sua função, e para isso devem inserir os dados e atualizá-los conforme necessário. O planejamento também é essencial, ao fazer uso de um software ERP ele precisa ter objetivos definidos e servir como apoio para a gerência. Os líderes e gestores terão as informações em mãos, e precisam fazer o bom uso delas, pois o software ERP não pode fazer tudo sozinho. Como toda ferramenta, depende de um bom usuário. Conclusão O Sistema ERP é simplesmente perfeito para quem busca organização e controle dos processos gerenciais desenvolvidos pela empresa. Sua visão minuciosa de cada departamento ou necessidade proporciona também a capacidade de análise de todo o negócio, identificando falhas e proporcionando a correção das mesmas. Isso gera grande economia
O que é Nota Fiscal eletrônica?

A Nota Fiscal eletrônica é um documento digital, gerados por um Software específico em operações fiscais, tendo como função principal o armazenamento de informações que são geradas ao emitir notas fiscais de entrada ou saída (vendas, devoluções e outras operações). A nota fiscal eletrônica é uma iniciativa que o governo teve para simplificar e padronizar o processo de emissão de notas fiscais para todas as empresas do país. O que é o DANFE? O DANFE não é uma nota fiscal, nem a substitui, serve apenas como instrumento auxiliar para consulta da NF-e, pois contém a chave de acesso da NF-e, que permite ao detentor desse documento confirmar a efetiva existência da NF-e É a representação gráfica/impressa da NF-e. Quando começou a nota fiscal eletrônica? Em 2008 começou a ser implantado o sistema de nota fiscal eletrônica e seu objetivo era substituir a emissão manual das notas fiscais, afinal era mais fácil, rápido e proporcionava um controle maior para o fisco na hora de fiscalizar, mas isso significou uma mudança enorme nas relações comerciais, pois com a obrigatoriedade da emissão eletrônica veio à necessidade de banda de internet, computadores e pessoas para dar suporte à parte tecnológica. Notas fiscais de entrada e saídas O movimento de entradas e saídas é gerado através de operações usadas nos cadastros realizados por um software específico para as operações diárias como vendas, devoluções, compras e estornos diversos de mercadorias. Muitas operações são responsáveis por gerar os valores de impostos a serem pagos, saldo de estoque e outros, nos tópicos abaixo relacionaremos algumas operações de entradas e saídas para melhor compreensão. Notas fiscais com operação de entradas Aqui dá-se início a tudo, ao dar entradas em notas fiscais no Software utilizado pela empresa, a mesma terá uma dívida com fornecedores, seu estoque terá mais saldo de produtos ou matérias-primas e caso seja uma operação de compras, haverá contas a pagar, para que assim seja dado sequência em seu negócio. Existem várias operações de entradas para notas fiscais eletrônicas, sendo algumas delas a operação de compras, operação de devolução de vendas, estornos e outras. Cada operação tem uma função a qual é chamada Natureza de operação com um CFOP que é o código fiscal de operações e prestações. Informações que devem ser usadas no cadastro de uma nota fiscal de entrada As notas de entrada são documentos fiscais que devem conter tipos de registros obrigatórios, sendo eles: Número, modelo e serie da nota, fornecedor, CNPJ, inscrição estadual, endereço com número do fornecedor, chave de acesso da nota do fornecedor, caso haja uma transportadora, deve-se informada os mesmos dados exigidos no cadastro do fornecedor e além dos mesmos, deve-se informar a placa e UF do automóvel responsável pelo frete. Os produtos ou matérias-primas comprados devem conter informações de alíquotas de impostos e seus códigos de como NCM e CEST. Após a entrada de nota fiscal, o acontece? Após ser finalizado o processo de cadastro de nota, o Software que é usado na empresa tem por função alimentar o estoque com as informações dos itens que foram lançados na mesma, será gerado uma conta a pagar em seu Software financeiro fazendo com que assim os itens que foram para o estoque estejam prontos para serem fabricados ou vendidos. Nota fiscal com operações de saídas As notas fiscais de saídas usam operações que tiram produtos do estoque os transformando em vendas. Algumas operações que fazem tais procedimentos são: vendas, devolução de compras, perda de material, remessas para demonstração entre outros. Quais informações devem ser usadas no cadastro de uma nota fiscal de saída As notas de saída são documentos fiscais e da mesma forma que as notas fiscais de entradas devem conter tipos de registros obrigatórios, as de saída também devem ter: Número, modelo e serie da nota, cliente, CPF ou CNPJ, inscrição estadual, endereço com número do cliente, e se no caso da venda precise de uma transportadora, deve-se informar os dados como placa e UF do automóvel responsável pelo frete. Diferente das notas de entradas os produtos vendidos devem conter informações de alíquotas de impostos e seus códigos de como NCM e CEST além de quantidade que será vendido, valor de vendas e peso caso seja um produto pesado, após tais procedimentos, a nota deve ser transmitida para a secretaria da fazenda (SEFAZ) para que assim o estado seja informado da venda dos produtos da nota. Após a saída de nota fiscal, o acontece? Enfim, a nota foi gerada e transmitida através do Software da empresa, logo, todos os produtos e quantidades vendidos foram abatidos do estoque, gerando no Software Financeiro da empresa contas a receber se a operação usada na emissão tenha sido de vendas. Ao findar o mês corrente, será a hora de gerar o arquivo Sintegra, onde o mesmo irá apurar todas as informações de entradas e saídas do mês que se passou para que assim seja enviado para SEFAZ. Veracidade da Nota fiscal eletrônica Todo o processo de envio de nota fiscal eletrônica é simples e pode surgir a dúvida: Como saber se a nota fiscal é verídica? A validade jurídica da nota fiscal é comprovada pela assinatura digital do emissor e a outra forma de checar a veracidade é checar o recebimento da nota fiscal pela SEFAZ. Por isso, para utilizar a NF-e, a empresa, que está apta, precisa adquirir o Certificado Digital, cadastrando-se no site da Fazenda. Lá é possível encontrar todos os passos necessários para aderir ao uso da NF-e. Benefícios para as Administrações Tributárias Aumento na confiabilidade da Nota Fiscal; Melhoria no processo de controle fiscal, possibilitando um melhor intercâmbio e compartilhamento de informações entre os fiscos; Redução de custos no processo de controle das notas fiscais capturadas pela fiscalização de mercadorias em trânsito; Diminuição da sonegação e aumento da arrecadação; Suporte aos projetos de escrituração eletrônica contábil e fiscal da Secretaria da RFB (Sistema Público de Escrituração Digital – SPED). Benefícios para a Sociedade Redução do consumo de
O que é contribuição sindical patronal?

O que é contribuição sindical patronal? Em Janeiro de cada ano, todos os empregadores deparam-se com a Contribuição Sindical Patronal que nada mais é que o pagamento aos sindicatos com a função de auxiliar o custeio de suas atividades essenciais, previsto pela Constituição. O valor do boleto para pagamento é baseado no CAPITAL SOCIAL da empresa e a contribuição sindical será recolhida, de uma só vez, anualmente. Minha empresa pertence ao Simples Nacional, também paga? Conforme artigo 13, § 3º, da Lei Complementar nº 123/2006, empresas inscritas no Simples Nacional estão ISENTAS do pagamento da contribuição sindical patronal, estabelecida no artigo 580 da CLT. O que eu perco por não pagar? Porém vale ressaltar, se caso os sócios da empresa e seus familiares utilizarem os serviços do SESI/SESC/SENAI, o não pagamento desta contribuição impedirá a adesão e renovação e não terá direito ao benefícios que o SESI/SESC/SENAI disponibilizam para os mesmos. Empresas optantes pelo SIMPLES ou que não possuem empregados não são obrigadas a pagar a contribuição. Mas se minha empresa não possuir empregados? Nesse caso, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), pela Secretaria das Relações do Trabalho, mantém entendimento firmado por intermédio de Notas Técnicas, especialmente pela de nº 50/05, onde exclui do pagamento da contribuição sindical patronal os não empregadores. Por isso se não possuir empregados, não necessita pagar.